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Tributário


Imposto Seletivo nas importações: o que realmente muda (e onde estão os riscos)
A Reforma Tributária brasileira introduziu o Imposto Seletivo (IS) como um tributo com finalidade extrafiscal: desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Até aqui, nada novo no discurso. O problema começa quando essa lógica chega na operação real de importação. Porque, na prática, o Imposto Seletivo não é apenas um tributo.Ele é um ponto crítico de risco jurídico, fiscal e operacional. E quem não entender isso agora, vai sentir no caixa depois

Flavio Toi
14 de abr.


Importação direta ou indireta: como escolher o melhor modelo para sua operação
Importar ficou mais acessível. Mas isso não significa que ficou simples. Na prática, o comércio exterior continua sendo um ambiente técnico, regulado e cheio de variáveis — tributárias, logísticas e operacionais. E é justamente por isso que a escolha entre importação direta e indireta impacta muito mais do que parece. Aqui vai o ponto direto: a forma como você importa define o nível de controle, risco e eficiência da sua operação. Vamos entender isso na prática. O que é impo

Flavio Toi
7 de abr.


DUIMP: os erros que travam sua importação (e como evitar)
A transição da D.I. para a DUIMP (Declaração Única de Importação) já deixou de ser tendência — virou realidade operacional. E com ela, um padrão começou a se repetir: Empresas que antes operavam “sem grandes problemas” passaram a enfrentar: exigências no despacho atrasos na liberação retrabalho constante inconsistências fiscais O ponto é que esses erros não começaram agora. A DUIMP só deixou eles mais visíveis e menos toleráveis. O que realmente está travando as importações

Flavio Toi
2 de abr.


Fim da substituição tributária dos cosméticos em São Paulo: o que muda a partir de 1º de abril e por que isso exige revisão de margem, preço e operação
A partir de 1º de abril de 2026 , entra em vigor em São Paulo uma mudança relevante para empresas que atuam com perfumaria, higiene pessoal e dermocosméticos : esses produtos deixam de se submeter ao regime de substituição tributária do ICMS (ICMS-ST) e passam ao regime normal de tributação . A alteração foi formalizada pela Portaria SRE 94/2025 e não deve ser interpretada como um simples ajuste fiscal. Ela muda a lógica da operação. E, principalmente, muda a forma como as

Flavio Toi
31 de mar.


Classificação fiscal na importação: como erros no NCM podem gerar autuações e riscos tributários
No comércio exterior, muitas decisões que parecem operacionais carregam impactos jurídicos e tributários relevantes. Entre elas, uma das mais sensíveis é a classificação fiscal da mercadoria , representada pelo código NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). Embora frequentemente tratada apenas como uma etapa técnica no processo de importação, a classificação fiscal tem efeito direto sobre tributos, exigências regulatórias e fiscalização aduaneira. Quando realizada de forma inco

Flavio Toi
19 de mar.


Reforma Tributária e Fundo de Compensação: impactos práticos para empresas do Espírito Santo
A transição do ICMS para o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, alterará de forma estrutural o cenário tributário brasileiro. Um dos pontos centrais dessa transição é o encerramento gradual dos benefícios fiscais de ICMS e a criação do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, destinado a ressarcir empresas que perderão incentivos considerados onerosos. No entanto, a le

Flavio Toi
24 de fev.


Comércio Exterior 2026: por que a Governança Jurídica se tornou fator de sobrevivência
O comércio exterior brasileiro entrou em 2026 em um estágio de maturidade operacional que não admite improviso. A digitalização aduaneira, a consolidação da DUIMP, o aumento do cruzamento automatizado de dados e o endurecimento de exigências ambientais transformaram a lógica da operação internacional. O modelo corretivo, aquele que reage ao problema quando ele já aconteceu, perdeu espaço para uma estrutura preventiva, baseada em governança, integração e previsibilidade. Hoje

Flavio Toi
18 de fev.


Previsibilidade cambial começa antes do câmbio
Durante muito tempo, a discussão sobre risco cambial na importação foi tratada quase exclusivamente como um tema financeiro. Taxas, variações, instrumentos e momentos de contratação costumam ocupar o centro do debate. Mas essa abordagem, isolada, ignora um ponto essencial: o câmbio é consequência da operação, não o seu ponto de partida. Empresas que importam de forma estruturada sabem que previsibilidade não nasce da tentativa de “acertar o mercado”, mas da governança da impo

Flavio Toi
10 de fev.


Reforma tributária: Receita confirma adicional do IRPJ no lucro presumido a cada três meses
A Receita Federal publicou, em 22 de janeiro de 2026, a Instrução Normativa RFB nº 2.306/26 , dando mais um passo concreto na implementação da reforma tributária. A norma regulamenta o adicional de 10% nos percentuais de presunção do IRPJ e da CSLL para empresas enquadradas no lucro presumido com receita bruta anual superior a R$ 5 milhões , conforme previsto na Lei Complementar nº 224/25 . Embora o adicional já estivesse previsto na legislação, a principal mudança está na

Flavio Toi
3 de fev.


Importação eficiente exige alinhamento entre contrato, logística e tributação
A importação moderna deixou de ser apenas uma operação logística. Ela se tornou um processo estratégico que envolve decisões jurídicas, contábeis, financeiras e operacionais — todas interligadas. A recente publicação da Lei nº 15.329/26, que esclarece a responsabilidade pela retenção do Imposto de Renda na Fonte (IRRF) sobre juros remetidos ao exterior em operações de compra a prazo, reforça uma realidade já conhecida por quem atua no comércio exterior: o sucesso da importaçã

Flavio Toi
20 de jan.


Receita suspende multas por IBS e CBS até 1º de abril: o que as empresas precisam ajustar agora
A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS editaram ato conjunto suspendendo, até 1º de abril de 2026 , a aplicação de multas relacionadas às obrigações acessórias do IBS e da CBS em documentos fiscais eletrônicos. A medida integra o cronograma de transição da reforma tributária e está prevista na Lei Complementar nº 214/25. Durante todo o ano de 2026, a apuração desses novos tributos terá caráter exclusivamente informativo , sem exigência de recolhimento, desde que as obriga

Flavio Toi
13 de jan.


Por que a Reforma Tributária impõe um prazo de validade na recuperação de créditos da sua empresa.
A transição para o IVA Dual (IBS e CBS) extinguirá a complexidade do sistema atual, mas pode levar junto bilhões em créditos não reclamados pelas empresas. Entenda por que revisar o passado fiscal agora é uma questão de sobrevivência do caixa. A aprovação da Reforma Tributária (Emenda Constitucional 132/2023) marcou o início de uma nova era fiscal no Brasil. A promessa é de simplificação, transparência e não-cumulatividade plena através da implementação do IVA Dual, composto

Flavio Toi
8 de jan.


Crossdocking e Distribuição: quando a eficiência logística exige atenção jurídica
O crossdocking se consolidou como uma das estratégias logísticas mais eficientes da atualidade. Reduz estoque, acelera a distribuição e otimiza custos operacionais. No entanto, o que muitas empresas ignoram é que essa agilidade logística traz consigo uma série de implicações jurídicas e fiscais que não podem ser negligenciadas. Quando a operação não é corretamente estruturada, o ganho operacional pode se transformar em risco jurídico, fiscal e financeiro. O que é crossdockin

Flavio Toi
31 de dez. de 2025


Entreposto Aduaneiro: como o regime melhora o fluxo de caixa e otimiza a logística de importação
Para quem atua no comércio exterior, cada decisão impacta diretamente a saúde financeira do negócio: prazos, armazenagem, regularizações, carga tributária e, especialmente, fluxo de caixa. Um erro custa caro; uma escolha estratégica preserva margem e competitividade. É nesse cenário que o Regime de Entreposto Aduaneiro ganha relevância como ferramenta de planejamento tributário e financeiro para empresas que importam regularmente. O que é o Entreposto Aduaneiro? Previsto no R

Flavio Toi
11 de dez. de 2025


Simples Nacional: regras atualizadas, limites congelados e um 2025 de incertezas — o que muda para micro e pequenas empresas
O Simples Nacional passou por ajustes relevantes com a publicação da Resolução CGSN nº 183/2025, que modifica pontos estruturais da Resolução 140/2018.As novas regras modernizam o regime, fortalecem a integração entre os fiscos e elevam o rigor nas obrigações acessórias. Ao mesmo tempo, o Congresso segue sem avançar no PLP 108/2021, que atualiza os limites de faturamento — congelados desde 2016, apesar da inflação acumulada superior a 40%. O cenário é paradoxal: mais exigênci

Flavio Toi
27 de nov. de 2025


Operação Por Conta e Ordem NÃO é terceirização de responsabilidade, é compliance tributário.
A operação Por Conta e Ordem de Terceiros ainda é cercada de dúvidas e uma das mais comuns é a ideia equivocada de que ela representa uma “terceirização” da responsabilidade do importador.Na prática, ocorre exatamente o oposto. A operação Por Conta e Ordem é um modelo de importação regulamentado , com funções claramente definidas entre o adquirente e a trading habilitada. Quando executada de forma correta e com suporte jurídico especializado, ela fortalece o compliance trib

Flavio Toi
25 de nov. de 2025


CNPJ do Importador x CNPJ da Trading: quem faz o quê na operação Por Conta e Ordem?
A operação Por Conta e Ordem de Terceiros é uma estratégia amplamente utilizada por empresas que desejam importar de forma segura, eficiente e juridicamente estruturada. Prevista na legislação aduaneira e regulamentada pela IN RFB nº 1.861/2018, ela permite que duas figuras atuem de forma integrada: o adquirente da mercadoria e a trading habilitada, responsável pela nacionalização. Mas, afinal, onde começam e terminam as responsabilidades de cada parte? A resposta está na di

Flavio Toi
18 de nov. de 2025


CIB e SINTER: entenda a nova era da tributação imobiliária no Brasil
Em 2025, o cenário dos imóveis no Brasil entra em era de modernização e maior transparência. Com a publicação da Instrução Normativa RFB nº 2.275/2025 em 15 de agosto de 2025, o Receita Federal do Brasil regulou oficialmente o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) e determinou a obrigatoriedade da integração ao Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (SINTER) por serviços notariais, de registro, e demais entes públicos.O objetivo: dotar cada unidade imobiliária

Flavio Toi
4 de nov. de 2025


Reforma Tributária: o que muda na prática para quem importa, produz e distribui no Brasil
A Reforma Tributária , aprovada em 2023 e em fase de regulamentação, marca uma das maiores mudanças no sistema fiscal brasileiro em décadas.O objetivo principal é simplificar a cobrança de impostos sobre o consumo e tornar o ambiente de negócios mais transparente, competitivo e previsível , um passo essencial para a modernização da economia e das cadeias logísticas. O que sai e o que entra O modelo atual, conhecido por sua complexidade, reúne uma série de tributos sobre bens

Flavio Toi
29 de out. de 2025


REDATA: o programa que une incentivos fiscais, sustentabilidade e transformação digital no Brasil
O avanço da Indústria 4.0 e da inteligência artificial tem exigido do Brasil investimentos robustos em infraestrutura tecnológica . Nesse cenário, o Governo Federal criou o REDATA , um programa de incentivos fiscais voltado à criação e operação de data centers no país. O objetivo é duplo: fortalecer a base digital brasileira e estimular práticas sustentáveis no setor de tecnologia. O que é o REDATA O REDATA (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraes

Flavio Toi
22 de out. de 2025
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