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Importação eficiente exige alinhamento entre contrato, logística e tributação


A importação moderna deixou de ser apenas uma operação logística. Ela se tornou um processo estratégico que envolve decisões jurídicas, contábeis, financeiras e operacionais — todas interligadas.

A recente publicação da Lei nº 15.329/26, que esclarece a responsabilidade pela retenção do Imposto de Renda na Fonte (IRRF) sobre juros remetidos ao exterior em operações de compra a prazo, reforça uma realidade já conhecida por quem atua no comércio exterior: o sucesso da importação começa muito antes do desembaraço aduaneiro.

O que a nova lei reforça, na prática?

A legislação deixa expresso que os juros pagos ou remetidos a beneficiários no exterior estão sujeitos à incidência do IRRF, inclusive quando o credor é o próprio vendedor estrangeiro.Além disso, atribui à fonte remetente brasileira a responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto.

Mais do que uma mudança operacional, a lei traz um recado claro ao mercado: operações internacionais precisam ser estruturadas de forma integrada, desde a negociação contratual.

Importar bem não é evitar riscos, é gerir processos

Quando o contrato internacional é negociado sem alinhamento com a logística, a contabilidade e o jurídico, surgem distorções comuns:

  • juros embutidos sem clareza contratual

  • impactos tributários não previstos

  • retrabalho na remessa de valores

  • ajustes de última hora que encarecem a operação

Por outro lado, quando esses agentes atuam de forma coordenada, a importação ganha:

  • previsibilidade financeira

  • segurança jurídica

  • eficiência operacional

  • redução de custos indiretos

A importância da atuação conjunta

A contabilidade tem papel fundamental no enquadramento fiscal e no cumprimento das obrigações acessórias.A logística garante o fluxo adequado da mercadoria.O jurídico assegura que contratos e operações estejam alinhados à legislação vigente.

Não se trata de sobreposição de funções, mas de complementaridade.

Cotrin Loro + Mercocamp: parceria que estrutura a operação

A atuação conjunta da Cotrin Loro Advocacia e do Grupo Mercocamp nasce exatamente dessa visão integrada.Enquanto a Mercocamp atua como trading na eficiência logística e operacional das operações de comércio exterior, a Cotrin Loro oferece o suporte jurídico e tributário necessário para que essas operações aconteçam com segurança e clareza desde a origem.

O resultado é uma importação que flui melhor, com menos surpresas e mais controle estratégico.

Se a sua empresa importa (ou pretende importar) entender essa engrenagem não é diferencial. É condição para competir.

Fale com quem entende o processo como um todo.A importação pode ser complexa, mas com as assessorias certas, ela se torna estratégica, organizada e sustentável.


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