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Importação e Logística


Como reduzir os custos da importação: 5 decisões estratégicas que aumentam a competitividade da sua empresa
Todos os gestores acompanham indicadores como preço de compra, câmbio e valor do frete internacional. Esses fatores realmente influenciam o custo da importação, mas estão longe de ser os únicos responsáveis pela competitividade de uma operação. Na prática, algumas das maiores oportunidades de economia surgem antes mesmo do embarque da mercadoria. A forma como a operação é estruturada, o estado escolhido para o desembarque, o aproveitamento de incentivos fiscais e o planejamen

Flavio Toi
há 3 dias


Por que empresas experientes continuam escolhendo a operação por conta e ordem?
À medida que as operações de comércio exterior se tornam mais complexas, muitas empresas passam a revisar não apenas seus custos, mas também a forma como estruturam suas importações. Curiosamente, mesmo organizações que possuem habilitação para importar e equipes internas capacitadas continuam optando pela operação por conta e ordem em diversas situações. Essa decisão dificilmente está relacionada apenas à execução da importação. Ela costuma fazer parte de uma estratégia mais

Flavio Toi
17 de jul.


REOA: entenda como funciona o regime especial que pode reduzir o impacto da Substituição Tributária
Empresas que trabalham com produtos sujeitos à Substituição Tributária (ICMS-ST) convivem diariamente com um desafio que afeta diretamente sua operação: a antecipação do imposto. Em muitos casos, esse recolhimento antecipado compromete o fluxo de caixa, reduz a disponibilidade de capital e impacta a competitividade do negócio. É justamente nesse contexto que o REOA (Regime Especial de Contribuinte Substituto) ganha relevância. Quando concedido pela Secretaria da Fazenda do Es

Flavio Toi
10 de jul.


COMPETE Atacadista: entenda como funciona um dos principais incentivos fiscais do Espírito Santo
Quando o assunto é competitividade nas vendas interestaduais, o Espírito Santo costuma aparecer como um dos estados mais estratégicos do país. Um dos principais motivos é o COMPETE Atacadista, programa de incentivo fiscal que pode proporcionar uma carga efetiva reduzida de ICMS em determinadas operações realizadas por empresas atacadistas estabelecidas no estado. Mas, apesar de ser bastante conhecido, o programa ainda gera muitas dúvidas. Afinal, quem pode utilizá-lo? Como el

Flavio Toi
3 de jul.


O custo logístico pode ser mais relevante que o benefício tributário?
Durante muitos anos, a competitividade das operações de comércio exterior foi analisada principalmente sob a ótica tributária. Empresas escolhiam estruturas operacionais, estados e modelos de importação buscando reduzir a carga fiscal e aumentar suas margens. Embora a tributação continue sendo um fator importante, o cenário atual exige uma visão mais ampla. Em um ambiente marcado por maior pressão por eficiência, previsibilidade e controle de custos, muitas empresas estão des

Flavio Toi
24 de jun.


O ESPÍRITO SANTO CONTINUA COMPETITIVO APÓS A REFORMA TRIBUTÁRIA?
A Reforma Tributária brasileira representa uma das maiores transformações do sistema fiscal das últimas décadas. Com a substituição gradual de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), empresas de diversos setores passaram a revisar suas estratégias operacionais, tributárias e logísticas. No comércio exterior, uma das dúvidas mais frequentes diz respeito ao futuro da competitividade do Espír

Flavio Toi
18 de jun.


Carga parada custa mais do que armazenagem
Quando uma mercadoria permanece mais tempo do que o previsto em um porto, terminal alfandegado ou recinto de armazenagem, a primeira preocupação normalmente está relacionada aos custos imediatos da operação. A armazenagem aumenta, a demurrage começa a ser contabilizada e os cronogramas inicialmente planejados deixam de ser cumpridos. No entanto, limitar a análise apenas a essas despesas é um erro que pode comprometer a compreensão do verdadeiro impacto financeiro da situação.

Flavio Toi
11 de jun.


O papel do Compliance Aduaneiro nas operações internacionais de alta performance
Durante muitos anos, compliance aduaneiro foi tratado como uma obrigação operacional. Um conjunto de procedimentos destinados a atender exigências legais, evitar multas e responder a eventuais fiscalizações. Essa visão já não é suficiente. O comércio exterior vive um momento de transformação estrutural. A implementação gradual da DUIMP, os impactos da Reforma Tributária, a crescente integração entre sistemas governamentais, o aumento das exigências de rastreabilidade e a nece

Flavio Toi
5 de jun.


Inteligência tributária no comércio exterior: quando a estrutura da operação define a competitividade da empresa
Durante muito tempo, a tributação no comércio exterior foi tratada como uma etapa final da operação: algo que entrava na conta depois da negociação internacional, depois da definição do fornecedor, depois da escolha logística e, muitas vezes, depois da carga já estar em trânsito. Esse modelo já não sustenta operações competitivas. Em um ambiente de margens pressionadas, maior fiscalização, transição para a DUIMP, Reforma Tributária, revisão de regimes fiscais e aumento da com

Flavio Toi
28 de mai.


Empresas preparadas para crescer globalmente já não competem apenas por mercado.
O novo comércio global exige empresas mais inteligentes, estruturadas e preparadas para ambientes instáveis As discussões do Global Trade Summit 2026 deixaram evidente uma mudança importante no cenário empresarial internacional: competitividade deixou de depender apenas de expansão comercial. Hoje, empresas que operam (ou desejam operar) em mercados globais precisam desenvolver capacidade de adaptação, inteligência regulatória, previsibilidade operacional e gestão estratégica

Flavio Toi
14 de mai.


Imposto Seletivo nas importações: o que realmente muda (e onde estão os riscos)
A Reforma Tributária brasileira introduziu o Imposto Seletivo (IS) como um tributo com finalidade extrafiscal: desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Até aqui, nada novo no discurso. O problema começa quando essa lógica chega na operação real de importação. Porque, na prática, o Imposto Seletivo não é apenas um tributo.Ele é um ponto crítico de risco jurídico, fiscal e operacional. E quem não entender isso agora, vai sentir no caixa depois

Flavio Toi
14 de abr.


Importação direta ou indireta: como escolher o melhor modelo para sua operação
Importar ficou mais acessível. Mas isso não significa que ficou simples. Na prática, o comércio exterior continua sendo um ambiente técnico, regulado e cheio de variáveis — tributárias, logísticas e operacionais. E é justamente por isso que a escolha entre importação direta e indireta impacta muito mais do que parece. Aqui vai o ponto direto: a forma como você importa define o nível de controle, risco e eficiência da sua operação. Vamos entender isso na prática. O que é impo

Flavio Toi
7 de abr.


DUIMP: os erros que travam sua importação (e como evitar)
A transição da D.I. para a DUIMP (Declaração Única de Importação) já deixou de ser tendência — virou realidade operacional. E com ela, um padrão começou a se repetir: Empresas que antes operavam “sem grandes problemas” passaram a enfrentar: exigências no despacho atrasos na liberação retrabalho constante inconsistências fiscais O ponto é que esses erros não começaram agora. A DUIMP só deixou eles mais visíveis e menos toleráveis. O que realmente está travando as importações

Flavio Toi
2 de abr.


Fim da substituição tributária dos cosméticos em São Paulo: o que muda a partir de 1º de abril e por que isso exige revisão de margem, preço e operação
A partir de 1º de abril de 2026 , entra em vigor em São Paulo uma mudança relevante para empresas que atuam com perfumaria, higiene pessoal e dermocosméticos : esses produtos deixam de se submeter ao regime de substituição tributária do ICMS (ICMS-ST) e passam ao regime normal de tributação . A alteração foi formalizada pela Portaria SRE 94/2025 e não deve ser interpretada como um simples ajuste fiscal. Ela muda a lógica da operação. E, principalmente, muda a forma como as

Flavio Toi
31 de mar.


Classificação fiscal na importação: como erros no NCM podem gerar autuações e riscos tributários
No comércio exterior, muitas decisões que parecem operacionais carregam impactos jurídicos e tributários relevantes. Entre elas, uma das mais sensíveis é a classificação fiscal da mercadoria , representada pelo código NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). Embora frequentemente tratada apenas como uma etapa técnica no processo de importação, a classificação fiscal tem efeito direto sobre tributos, exigências regulatórias e fiscalização aduaneira. Quando realizada de forma inco

Flavio Toi
19 de mar.


Armazéns Gerais deixaram de ser operação. Tornaram-se centros de risco fiscal e jurídico em 2026.
Durante anos, o Armazém Geral foi tratado como suporte operacional da cadeia logística. Hoje, essa visão está ultrapassada. Com o aumento do fluxo portuário, a ampliação de regimes especiais, maior cruzamento eletrônico de dados fiscais e intensificação da fiscalização, o armazém tornou-se um dos principais nós jurídicos da operação de importação. E quem atua com trading precisa entender isso com clareza. O que mudou na prática? O Armazém Geral passou a concentrar riscos em t

Flavio Toi
5 de mar.


Reforma Tributária e Fundo de Compensação: impactos práticos para empresas do Espírito Santo
A transição do ICMS para o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, alterará de forma estrutural o cenário tributário brasileiro. Um dos pontos centrais dessa transição é o encerramento gradual dos benefícios fiscais de ICMS e a criação do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, destinado a ressarcir empresas que perderão incentivos considerados onerosos. No entanto, a le

Flavio Toi
24 de fev.


Comércio Exterior 2026: por que a Governança Jurídica se tornou fator de sobrevivência
O comércio exterior brasileiro entrou em 2026 em um estágio de maturidade operacional que não admite improviso. A digitalização aduaneira, a consolidação da DUIMP, o aumento do cruzamento automatizado de dados e o endurecimento de exigências ambientais transformaram a lógica da operação internacional. O modelo corretivo, aquele que reage ao problema quando ele já aconteceu, perdeu espaço para uma estrutura preventiva, baseada em governança, integração e previsibilidade. Hoje

Flavio Toi
18 de fev.


Previsibilidade cambial começa antes do câmbio
Durante muito tempo, a discussão sobre risco cambial na importação foi tratada quase exclusivamente como um tema financeiro. Taxas, variações, instrumentos e momentos de contratação costumam ocupar o centro do debate. Mas essa abordagem, isolada, ignora um ponto essencial: o câmbio é consequência da operação, não o seu ponto de partida. Empresas que importam de forma estruturada sabem que previsibilidade não nasce da tentativa de “acertar o mercado”, mas da governança da impo

Flavio Toi
10 de fev.


Importação eficiente exige alinhamento entre contrato, logística e tributação
A importação moderna deixou de ser apenas uma operação logística. Ela se tornou um processo estratégico que envolve decisões jurídicas, contábeis, financeiras e operacionais — todas interligadas. A recente publicação da Lei nº 15.329/26, que esclarece a responsabilidade pela retenção do Imposto de Renda na Fonte (IRRF) sobre juros remetidos ao exterior em operações de compra a prazo, reforça uma realidade já conhecida por quem atua no comércio exterior: o sucesso da importaçã

Flavio Toi
20 de jan.
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