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Armazéns Gerais deixaram de ser operação. Tornaram-se centros de risco fiscal e jurídico em 2026.
Durante anos, o Armazém Geral foi tratado como suporte operacional da cadeia logística. Hoje, essa visão está ultrapassada. Com o aumento do fluxo portuário, a ampliação de regimes especiais, maior cruzamento eletrônico de dados fiscais e intensificação da fiscalização, o armazém tornou-se um dos principais nós jurídicos da operação de importação. E quem atua com trading precisa entender isso com clareza. O que mudou na prática? O Armazém Geral passou a concentrar riscos em t

Flavio Toi
5 de mar.


Reforma Tributária e Fundo de Compensação: impactos práticos para empresas do Espírito Santo
A transição do ICMS para o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, alterará de forma estrutural o cenário tributário brasileiro. Um dos pontos centrais dessa transição é o encerramento gradual dos benefícios fiscais de ICMS e a criação do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, destinado a ressarcir empresas que perderão incentivos considerados onerosos. No entanto, a le

Flavio Toi
24 de fev.


Operação Por Conta e Ordem NÃO é terceirização de responsabilidade, é compliance tributário.
A operação Por Conta e Ordem de Terceiros ainda é cercada de dúvidas e uma das mais comuns é a ideia equivocada de que ela representa uma “terceirização” da responsabilidade do importador.Na prática, ocorre exatamente o oposto. A operação Por Conta e Ordem é um modelo de importação regulamentado , com funções claramente definidas entre o adquirente e a trading habilitada. Quando executada de forma correta e com suporte jurídico especializado, ela fortalece o compliance trib

Flavio Toi
25 de nov. de 2025


CNPJ do Importador x CNPJ da Trading: quem faz o quê na operação Por Conta e Ordem?
A operação Por Conta e Ordem de Terceiros é uma estratégia amplamente utilizada por empresas que desejam importar de forma segura, eficiente e juridicamente estruturada. Prevista na legislação aduaneira e regulamentada pela IN RFB nº 1.861/2018, ela permite que duas figuras atuem de forma integrada: o adquirente da mercadoria e a trading habilitada, responsável pela nacionalização. Mas, afinal, onde começam e terminam as responsabilidades de cada parte? A resposta está na di

Flavio Toi
18 de nov. de 2025


Como o Regime Monofásico de PIS/COFINS pode reduzir a carga tributária para indústria ou importador
O regime tributário monofásico é uma estratégia que concentra o recolhimento de PIS e COFINS na fase de produção ou importação de determinados produtos, garantindo alíquota zero para atacadistas e varejistas nas etapas seguintes. Entender esse mecanismo pode representar uma economia significativa para empresas que operam com importação, comercialização e logística. 1. O que é o regime monofásico? No modelo monofásico, o implicado no tributo é o fabricante ou o importador, que

Flavio Toi
12 de ago. de 2025
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