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O ESPÍRITO SANTO CONTINUA COMPETITIVO APÓS A REFORMA TRIBUTÁRIA?
A Reforma Tributária brasileira representa uma das maiores transformações do sistema fiscal das últimas décadas. Com a substituição gradual de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), empresas de diversos setores passaram a revisar suas estratégias operacionais, tributárias e logísticas. No comércio exterior, uma das dúvidas mais frequentes diz respeito ao futuro da competitividade do Espír

Flavio Toi
18 de jun.


Empresas preparadas para crescer globalmente já não competem apenas por mercado.
O novo comércio global exige empresas mais inteligentes, estruturadas e preparadas para ambientes instáveis As discussões do Global Trade Summit 2026 deixaram evidente uma mudança importante no cenário empresarial internacional: competitividade deixou de depender apenas de expansão comercial. Hoje, empresas que operam (ou desejam operar) em mercados globais precisam desenvolver capacidade de adaptação, inteligência regulatória, previsibilidade operacional e gestão estratégica

Flavio Toi
14 de mai.


Importação direta ou indireta: como escolher o melhor modelo para sua operação
Importar ficou mais acessível. Mas isso não significa que ficou simples. Na prática, o comércio exterior continua sendo um ambiente técnico, regulado e cheio de variáveis — tributárias, logísticas e operacionais. E é justamente por isso que a escolha entre importação direta e indireta impacta muito mais do que parece. Aqui vai o ponto direto: a forma como você importa define o nível de controle, risco e eficiência da sua operação. Vamos entender isso na prática. O que é impo

Flavio Toi
7 de abr.


Previsibilidade cambial começa antes do câmbio
Durante muito tempo, a discussão sobre risco cambial na importação foi tratada quase exclusivamente como um tema financeiro. Taxas, variações, instrumentos e momentos de contratação costumam ocupar o centro do debate. Mas essa abordagem, isolada, ignora um ponto essencial: o câmbio é consequência da operação, não o seu ponto de partida. Empresas que importam de forma estruturada sabem que previsibilidade não nasce da tentativa de “acertar o mercado”, mas da governança da impo

Flavio Toi
10 de fev.


CNPJ do Importador x CNPJ da Trading: quem faz o quê na operação Por Conta e Ordem?
A operação Por Conta e Ordem de Terceiros é uma estratégia amplamente utilizada por empresas que desejam importar de forma segura, eficiente e juridicamente estruturada. Prevista na legislação aduaneira e regulamentada pela IN RFB nº 1.861/2018, ela permite que duas figuras atuem de forma integrada: o adquirente da mercadoria e a trading habilitada, responsável pela nacionalização. Mas, afinal, onde começam e terminam as responsabilidades de cada parte? A resposta está na di

Flavio Toi
18 de nov. de 2025


REDATA: o programa que une incentivos fiscais, sustentabilidade e transformação digital no Brasil
O avanço da Indústria 4.0 e da inteligência artificial tem exigido do Brasil investimentos robustos em infraestrutura tecnológica . Nesse cenário, o Governo Federal criou o REDATA , um programa de incentivos fiscais voltado à criação e operação de data centers no país. O objetivo é duplo: fortalecer a base digital brasileira e estimular práticas sustentáveis no setor de tecnologia. O que é o REDATA O REDATA (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraes

Flavio Toi
22 de out. de 2025


Importação por Conta e Ordem: Redução de Custos para Empresas do Simples Nacional
A modalidade de importação por conta e ordem , regulamentada pela Receita Federal, é uma oportunidade estratégica para empresas optantes pelo Simples Nacional que desejam reduzir custos de importação. Nesse modelo, a empresa adquirente contrata uma importadora (trading) para conduzir todas as etapas do processo, que podem incluir o pagamento ao fornecedor estrangeiro, a contratação logística e o despacho aduaneiro. Apesar dessa terceirização, a responsabilidade pelo pagamen

Flavio Toi
19 de ago. de 2025


Empresas de outros Estados estão se instalando no ES para capturar incentivos fiscais
Empresas estão migrando para o Espírito Santo — e com razão Empresas dos mais diversos Estados têm intensificado seus planos de abrir operações no Espírito Santo . O motivo? Os atrativos benefícios tributários oferecidos pelos programas estaduais Compete‑ES e Invest‑ES , que incentivam a instalação de centros comerciais, e‑commerces, atacadistas, importadores e distribuições no Estado. 1. O que são os programas e como funcionam Compete‑ES: (destinado a atacadistas, distrib

Flavio Toi
4 de jul. de 2025
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