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Vale a pena abrir uma filial no Espírito Santo?
O Espírito Santo se consolidou como um dos principais polos de comércio exterior do país. Muito além da localização estratégica e da infraestrutura logística, o estado reúne programas de incentivos fiscais que vêm ajudando empresas de diferentes segmentos a reduzir custos, melhorar o fluxo de caixa e aumentar sua competitividade. Por esse motivo, uma dúvida aparece com frequência entre empresários e gestores: Vale a pena abrir uma filial no Espírito Santo para aproveitar esse

Flavio Toi
25 de ago.


Como reduzir os custos da importação: 5 decisões estratégicas que aumentam a competitividade da sua empresa
Todos os gestores acompanham indicadores como preço de compra, câmbio e valor do frete internacional. Esses fatores realmente influenciam o custo da importação, mas estão longe de ser os únicos responsáveis pela competitividade de uma operação. Na prática, algumas das maiores oportunidades de economia surgem antes mesmo do embarque da mercadoria. A forma como a operação é estruturada, o estado escolhido para o desembarque, o aproveitamento de incentivos fiscais e o planejamen

Flavio Toi
28 de jul.


Fim da substituição tributária dos cosméticos em São Paulo: o que muda a partir de 1º de abril e por que isso exige revisão de margem, preço e operação
A partir de 1º de abril de 2026 , entra em vigor em São Paulo uma mudança relevante para empresas que atuam com perfumaria, higiene pessoal e dermocosméticos : esses produtos deixam de se submeter ao regime de substituição tributária do ICMS (ICMS-ST) e passam ao regime normal de tributação . A alteração foi formalizada pela Portaria SRE 94/2025 e não deve ser interpretada como um simples ajuste fiscal. Ela muda a lógica da operação. E, principalmente, muda a forma como as

Flavio Toi
31 de mar.


Reforma Tributária e Fundo de Compensação: impactos práticos para empresas do Espírito Santo
A transição do ICMS para o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, alterará de forma estrutural o cenário tributário brasileiro. Um dos pontos centrais dessa transição é o encerramento gradual dos benefícios fiscais de ICMS e a criação do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, destinado a ressarcir empresas que perderão incentivos considerados onerosos. No entanto, a le

Flavio Toi
24 de fev.
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