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Imposto Seletivo nas importações: o que realmente muda (e onde estão os riscos)
A Reforma Tributária brasileira introduziu o Imposto Seletivo (IS) como um tributo com finalidade extrafiscal: desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Até aqui, nada novo no discurso. O problema começa quando essa lógica chega na operação real de importação. Porque, na prática, o Imposto Seletivo não é apenas um tributo.Ele é um ponto crítico de risco jurídico, fiscal e operacional. E quem não entender isso agora, vai sentir no caixa depois

Flavio Toi
14 de abr.


Previsibilidade cambial começa antes do câmbio
Durante muito tempo, a discussão sobre risco cambial na importação foi tratada quase exclusivamente como um tema financeiro. Taxas, variações, instrumentos e momentos de contratação costumam ocupar o centro do debate. Mas essa abordagem, isolada, ignora um ponto essencial: o câmbio é consequência da operação, não o seu ponto de partida. Empresas que importam de forma estruturada sabem que previsibilidade não nasce da tentativa de “acertar o mercado”, mas da governança da impo

Flavio Toi
10 de fev.


Operação Por Conta e Ordem NÃO é terceirização de responsabilidade, é compliance tributário.
A operação Por Conta e Ordem de Terceiros ainda é cercada de dúvidas e uma das mais comuns é a ideia equivocada de que ela representa uma “terceirização” da responsabilidade do importador.Na prática, ocorre exatamente o oposto. A operação Por Conta e Ordem é um modelo de importação regulamentado , com funções claramente definidas entre o adquirente e a trading habilitada. Quando executada de forma correta e com suporte jurídico especializado, ela fortalece o compliance trib

Flavio Toi
25 de nov. de 2025
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