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Como reduzir os custos da importação: 5 decisões estratégicas que aumentam a competitividade da sua empresa
Todos os gestores acompanham indicadores como preço de compra, câmbio e valor do frete internacional. Esses fatores realmente influenciam o custo da importação, mas estão longe de ser os únicos responsáveis pela competitividade de uma operação. Na prática, algumas das maiores oportunidades de economia surgem antes mesmo do embarque da mercadoria. A forma como a operação é estruturada, o estado escolhido para o desembarque, o aproveitamento de incentivos fiscais e o planejamen

Flavio Toi
há 4 dias


Por que empresas experientes continuam escolhendo a operação por conta e ordem?
À medida que as operações de comércio exterior se tornam mais complexas, muitas empresas passam a revisar não apenas seus custos, mas também a forma como estruturam suas importações. Curiosamente, mesmo organizações que possuem habilitação para importar e equipes internas capacitadas continuam optando pela operação por conta e ordem em diversas situações. Essa decisão dificilmente está relacionada apenas à execução da importação. Ela costuma fazer parte de uma estratégia mais

Flavio Toi
17 de jul.


O custo logístico pode ser mais relevante que o benefício tributário?
Durante muitos anos, a competitividade das operações de comércio exterior foi analisada principalmente sob a ótica tributária. Empresas escolhiam estruturas operacionais, estados e modelos de importação buscando reduzir a carga fiscal e aumentar suas margens. Embora a tributação continue sendo um fator importante, o cenário atual exige uma visão mais ampla. Em um ambiente marcado por maior pressão por eficiência, previsibilidade e controle de custos, muitas empresas estão des

Flavio Toi
24 de jun.


O ESPÍRITO SANTO CONTINUA COMPETITIVO APÓS A REFORMA TRIBUTÁRIA?
A Reforma Tributária brasileira representa uma das maiores transformações do sistema fiscal das últimas décadas. Com a substituição gradual de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), empresas de diversos setores passaram a revisar suas estratégias operacionais, tributárias e logísticas. No comércio exterior, uma das dúvidas mais frequentes diz respeito ao futuro da competitividade do Espír

Flavio Toi
18 de jun.


Carga parada custa mais do que armazenagem
Quando uma mercadoria permanece mais tempo do que o previsto em um porto, terminal alfandegado ou recinto de armazenagem, a primeira preocupação normalmente está relacionada aos custos imediatos da operação. A armazenagem aumenta, a demurrage começa a ser contabilizada e os cronogramas inicialmente planejados deixam de ser cumpridos. No entanto, limitar a análise apenas a essas despesas é um erro que pode comprometer a compreensão do verdadeiro impacto financeiro da situação.

Flavio Toi
11 de jun.


Inteligência tributária no comércio exterior: quando a estrutura da operação define a competitividade da empresa
Durante muito tempo, a tributação no comércio exterior foi tratada como uma etapa final da operação: algo que entrava na conta depois da negociação internacional, depois da definição do fornecedor, depois da escolha logística e, muitas vezes, depois da carga já estar em trânsito. Esse modelo já não sustenta operações competitivas. Em um ambiente de margens pressionadas, maior fiscalização, transição para a DUIMP, Reforma Tributária, revisão de regimes fiscais e aumento da com

Flavio Toi
28 de mai.
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